quarta-feira, 11 de julho de 2012

A Casa Silenciosa

Gostou ? Compartilhe Olá, pessoal. Estamos trazendo mais filmes que estarão em breve nos cinemas do mundo inteiro (esse está em cartaz pra ser lançado dia 20 de Julho). Abaixo, vocês verão tudo sobre o filme.

Elenco: Elizabeth Olsen, Adam Trese, Eric Sheffer Stevens, Julia Taylor Ross, Adam Barnett, Haley Murphy.
Direção: Chris Kentis e Laura Lau
Gênero: Terror
Duração: 88 min.
Distribuidora: Imagens e Filmes
Orçamento: US$ 1 milhão
Estréia: 20 de Julho de 2012
Sinopse: Baseado em um caso real que aconteceu em 1944 numa antiga fazenda, onde encontraram os corpos de dois homens brutalmente torturados. Ao longo dos seus 88 minutos de duração, a história é contada sem edição, sem cortes, do início ao fim do filme. Na história, pai (Adam Trese) e filha (Elizabeth Olsen), decidem que é hora de reformar a casa de campo, que há tempos não é usada pela família, o silêncio dentro dela é absoluto, mas isso dura por pouco tempo.
Curiosidades:
» 
Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene), irmã das gêmeas Ashley e Mary-Kate, estrela. Chris Kentis e Laura Lau, de 'Mar Aberto', dirigem.
» Refilmagem hollywoodiana do terror 'A Casa' (La Casa Muda), produção do Uruguai.
» 'A Casaoriginal foi o primeiro filme de terror no estilo "one single shot", filmado com uma sequência direta de 79 minutos sem cortes, ou seja, em tempo real.


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Chernobyl

Gostou ? Compartilhe O Tudo Sobre Cinema 3D divulga para vocês agora, o novo filme que estará em breve nos cinemas. Ele se chama Chernobyl. Abaixo, vocês verão tudo sobre ele. Elenco: Jesse McCartney, Ingrid Bolso Berdal, Jonathan Sadowski, Olivia Dudley, Nathan Phillips, Devin Kelley, Pasha D. Lychnikoff. Direção: Bradley Parker Gênero: Terror Duração: 90 min. Distribuidora: Paris Filmes Orçamento: Não divulgada Estreia: 13 de Julho de 2012 (Sexta-feira) Sinopse: 'Chernobyl' é um terror produzido por Oren Peli (criador de 'Atividade Paranormal'). Na trama, um grupo de seis jovens que decide passar suas férias na cidade de Pripyat, onde moravam operários que trabalhavam na usina nuclear de Chernobyl - famosa pelo acidente nuclear ocorrido em 1986, que deixou, pelas contas do então governo soviético, cerca de 15 mil mortos. Curiosidades: 
» Escrito e produzido por Oren Peli, diretor do primeiro 'Atividade Paranormal', o longa mistura o estilo found footage com filmagens tradicionais. » A direção fica por conta do estreante Brad Parker.
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Poder sem Limites

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Elenco: Michael B. Jordan, Michael Kelly, Alex Russell, Ashley Hinshaw, Alex Russell, Anna Wood, Joe Vaz, Matthew Dylan Roberts.
Direção: Josh Trank
Gênero: Ação / Drama
Duração: 83 min.
Distribuidora: Fox Film
Orçamento: US$ 12 milhões
Estreia: 2 de Março de 2012
Sinopse: 'Poder sem Limites' é um filme de super-herói, criado e contado sob a perspectiva de um garoto de 17 anos, por meio de sua câmera. Todos sonham em ter superpoderes, mas o que acontece quando não se está preparado para lidar com eles? Neste filme, três adolescentes comuns, repentinamente, são capazes de fazer coisas que nunca imaginaram ser possível. No início, eles se divertem, mas quando as pegadinhas tornam-se perigosas, os três amigos terão de lidar com a responsabilidade que virá com estes poderes extraordinários.
Críticas: 

Narrado em primeira pessoa (estilo consagrado após o terror A Bruxa de Blair, no qual a câmera é um personagem da história e representa o ponto de vista do público), 'Poder sem Limites' mostra um grupo de adolescentes – Andrew, Matt e Steve – aprendendo a conviver com misteriosos poderes telecinéticos que eles adquirem após encontrar um meteorito alienígena.
A história é focada na vida de Andrew (Dane DeHaan), um rapaz comum e impopular no colégio, cuja mãe vive acamada e sob efeitos de remédios e o pai é um bombeiro aposentado e alcoólatra. Frustrado por ter sido obrigado a deixar o emprego após um acidente e viver com uma renda que mal dá para pagar os caríssimos remédios que mantêm sua esposa viva, o pai de Andrew desconta no garoto sua má sorte. Por causa disso, o jovem vive fechado em seu mundo particular e, entre uma surra e outra, encontra um passatempo ao adquirir uma filmadora de segunda mão.
O filme começa no momento em que Andrew liga sua câmera e começa a fazer um documentário de sua vida particular, levando seu novo brinquedo onde quer que vá. Seu único amigo é o primo Matt (Alex Russell), com quem costuma sair para o colégio e para algumas festas. Num desses raros momentos de lazer, Andrew conhece Steve (Michael B. Jordan), o aluno mais popular da escola que o convida para filmar uma gruta que ele e Matt encontraram e da qual provem um ruído estranho. Ao explorar a gruta, o trio encontra um meteorito que pulsa e muda de cor quando se aproximam. A câmera sofre uma interferência e desliga. A partir daí, os jovens percebem que adquiriram poderes telecinéticos e começam a usar essas habilidades para se divertir.
Quanto mais usam os poderes, mais suas habilidades se aperfeiçoam. Aos poucos, os rapazes percebem que podem levitar coisas, criar barreiras invisíveis ao redor de si mesmos e evitar que se machuquem e até mesmo voar. Com o tempo, o que parecia ser apenas uma brincadeira juvenil acaba saindo do controle e os jovens terão que arcar com as consequências de seus atos. As personalidades de cada jovem vem à tona no modo como cada um lida com suas responsabilidades, a exemplo do que acontece na vida real. No entanto, o fato de serem jovens e inexperientes e estarem lidando com algo totalmente novo é que faz a situação ser preocupante e, por que não dizer, catastrófica.
O diretor Josh Trank mostra, com muito realismo, a questão do deslumbramento juvenil ao lidar com uma novidade extraordinária. Diferente do que vemos nas histórias em quadrinhos, quem é que resistiria a usar uma visão de raios-X para olhar as garotas nuas no vestiário? Quem é que, se tivesse uma força descomunal, sairia para caçar bandidos ao invés de dar uma surra no valentão do colégio? Ou deixaria de exibir suas habilidades num festival de talentos para conquistar popularidade e simpatia dos colegas?
O filme faz referência a várias produções de super-heróis como X-Men (quando um dos garotos tem seu “momento Magneto”, imaginando a si mesmo como o próximo passo da evolução da humanidade e, portanto, um ser superior que deve ser o “predador” dos outros), o Incrível Hulk (quando a raiva reprimida de tantas surras coloca pra fora um “monstro” destrutivo e irracional) e até mesmo uma luta no centro da cidade que lembra bastante o confronto final do Superman com o General Zod emSuperman II (alguns puristas poderão considerar esta declaração uma heresia, mas é apenas uma sensação que este repórter teve durante a exibição do filme). Além, é claro, da ideia implícita de que "grandes poderes trazem grandes responsabilidades", lema clássico do Homem-Aranha. Uma prova de que os garotos (um deles, pelo menos) não estão nem aí para o jargão do aracnídeo é mostrada na cena em que Andrew usa seus poderes para estraçalhar uma aranha. Referência mais clara, impossível!
Se tudo isso foi proposital ou se trata apenas de um delírio nerd deste crítico acostumado a ler quadrinhos desde a mais tenra idade, não dá pra saber. Mas é certo que Poder Sem Limites foi criado para mexer com a sensibilidade de quem está vendo. O fato de ser narrado sob o ponto de vista do câmera já coloca o espectador como parte da história. Isso sim é proposital: o diretor quis que o público pensasse “e se fosse comigo? Será que eu faria diferente?” Em seu primeiro trabalho, Trank conseguiu transportar para as telas com perfeição os dramas vividos pelos jovens: a relação conflituosa com os pais, o desejo de liberdade, bullying, perda da virgindade, mudanças de personalidade e a transformação do menino em homem. Temas pelos quais todo mundo já passou e, por isso mesmo, também são motivos para que o espectador se enxergue como parte da trama.
Exatamente por se prender nessa narrativa realista, a ação demora bastante para engatar. É só na última meia-hora que o enredo sofre uma reviravolta e a situação complica pra valer. Mas essa última meia-hora de filme compensa toda a demora e prova que a lentidão teve uma razão de ser. Afinal, é preciso criar o clima, mostrar que é fácil julgar atitudes erradas e irresponsáveis quando não vivemos todo o contexto da história. Difícil mesmo é estar na pele de quem errou e fazer diferente. Poder Sem Limites é uma crônica da vida que merece ser visto. Não é um filme espetacular, mas certamente você não vai sair do cinema sendo a mesma pessoa.

Curiosidades:
» A Fox Film criou um concurso para que os fãs decidissem o título nacional do longa.

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terça-feira, 10 de julho de 2012

Guerra é Guerra

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Elenco: Reese Witherspoon, Chris Pine, Tom Hardy, Laura Vandervoort, Til Schweiger, Rebel Wilson, Angela Bassett, Abigail Spencer, Emilie Ullerup, Chelsea Handler.
Direção: McG
Gênero: Comédia/Ação
Duração: 120 min
Distribuidora: Fox Film
Orçamento: US$ 60 milhões
Estreia: 16 de Março de 2012
Sinopse: Na comédia romântica de ação 'Guerra é Guerra', dois amigos inseparáveis (Pine e Hardy) se apaixonam pela mesma garota (Witherspoon) e acabam entrando em uma guerra cheia de ação para conquistá-la. Como ambos são veteranos espiões, a batalha pelo coração da garota toma grandes proporções.


Críticas (1)



O que importa mais: Uma amizade de anos ou um grande amor? Seguindo este dilema, o novo filme da atriz (vencedora do Oscar) Reese Witherspoon é uma surpresa positiva, mesmo sendo recheado de clichês, diverte e tem boas sacadas. E já dá para cravar: Muita gente vai gostar desse filme! Tinha tudo para dar errado mas no final das contas acaba dando muito certo.

Na trama, dois agentes da CIA (que adoram se meter em confusão) são parceiros inseparáveis e melhores amigos até que ficam interessados pela mesma mulher. Assim, começa um jogo de gato e rato para saber quem conquista o coração da atraente jovem, que acaba afetando a amizade entre eles. A comedora de sushi, Lauren (Witherspoon) é a interseção desse triângulo, que tem em uma ponta o malandro sedutor FDR (interpretado pelo Jovem Capitão Kirk, Chris Pine) e na outra o romântico e bonzinho Tuck (papel do ótimo ator Tom Hardy, do excepcional “Bronson”).
A característica da dupla masculina é muito bem definida. Um conhece Lauren por um site de namoro, o outro, quando está ‘à caça’ em uma vídeolocadora. O primeiro citado é mais caseiro, tranqüilo e que gosta de estar em um relacionamento. O segundo, é o conquistador, que não sabe o valor de um relacionamento e vê em Lauren a grande oportunidade de viver um grande amor. Ambos embarcam nessa aventura pelo coração da loirinha simpática e cada um reúne uma equipe de analistas da Cia para saber os pontos fracos do alvo, nesse momento diálogos hilários acontecem, tornando essa fita muito divertida.
A história é simples e nem um pouco original mas o elenco é harmônico e se entende muito bem em cena. O foco no triângulo amoroso é peça fundamental para o sucesso da fita, se o objetivo fosse fazer uma hora e meia de cenas de ação, certamente não iria agradar tanto como agradou. Falando dessas cenas (de ação), são muito bem trabalhadas e sempre ao som de uma música que interage com o que se passa na tela dando um ritmo eletrizante, méritos para o diretor McG (que dirigiu também "O Exterminador do Futuro - A Salvação"), que sem dúvidas, faz o seu melhor trabalho no mundo do cinema.
Quanto mais a situação desse triângulo fica louco, mais divertido fica para o público. Com quem que ela fica no final? Vá aos cinemas, a partir do dia 16 de março e descubra.

Crítica (2)

Dois amigos inseparáveis e companheiros de trabalho se veem apaixonados pela mesma mulher. Um acordo é quebrado com a rivalidade e disputa pela amada. Esta poderia ser mais uma comédia romântica 'água com açúcar', se não fosse pelos perfis dos personagens: dois agentes secretos. A disputa pela mesma mulher toma rumos extremos.

Esta é a ação principal do longa Guerra é Guerra, a nova produção do diretor McG(As Panteras), dos roteiristas Simon Kinberg (Sherlock Holmes) e Timonthy Dowling (Esposa de Mentirinha) e com Reese Witherspoon (Água para Elefantes),Tom Hardy (A Origem) e Chris Pine (Incontrolável) no elenco.
Iniciado com uma sequência de ação com elevado teor de humor,que já antecipa o clima da história. A dualidade entre os amigos, suas artimanhas para conquistar a moça e suas diferenças comportamentais tornam a ação mais cômica e envolvente. Hardy é Tuck, um pai divorciado em busca de uma companheira; já Pine é FDR, um conquistador que não se vê compartilhando uma vida a dois. No meio deles, Lauren (Reese), uma solteirona em busca de romance. E fora disto tudo, Trish (Chelsea Handler) a amiga de Lauren, que lhe dá conselhos irreverentes. O humor da comediante Chelsea ajuda na configuração da personagem.

Já a química de entre o trio é auxiliado pelo roteiro, que lembra comédias de ação românticas - como Sr. e Sra. Smith e Encontro Explosivo -, mas evoluídas a um outro patamar. This Means War (no original) indica uma evolução neste sub gênero, e consegue compor um filme divertido com elementos de humor, romance e ação. Mesmo tendo o foco no duelo entre os amigos, a ação toma espaço. Assim como as lutas protagonizadas por Tom Hardy, que por sua vez, mostra sua versatilidade em uma comédia. Já Witherspoon se repete em uma personagem comum em sua filmografia.
Piadas ágeis em um roteiro leve e divertido tornam Guerra é Guerra uma comédia romântica interessante para os fãs do gênero. Um longa com roteiro redondinho, onde há sua previsibilidade, mas que entretém seu público.


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Os Acompanhantes

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Elenco: Kevin Kline, Paul Dano, John C. Reilly, Marian Seldes, Celia Weston, Patti D'Arbanville, Dan Hedaya, Jason Butler Harner, Alex Burns, Katie Holmes
Direção: Shari Springer Berman e Robert Pulcini
Gênero: Comédia
Duração: 108 min.
Distribuidora: Vinny Filmes
Orçamento: Não divulgado
Estreia: 6 de Julho de 2012
Sinopse: Depois de um embaraçoso incidente, o jovem Louis Ives (Paul Dano) é obrigado a deixar seu emprego e parte para Nova York, onde aluga um quarto no mesmo apartamento que vive Henry Harrison (Kevin Kline), um dramaturgo, sem dinheiro descontroladamente excêntrico. Louis logo consegue um novo emprego em uma revista ambiental, onde trabalha Mary (Katie Holmes), uma naturalista obsessiva. Ao conviver com seu vizinho Henry, Louis desperta sua imaginação e eles começam a desenvolver uma relação mentor/aprendiz, quando começam a trabalhar como acompanhantes das belas e ricas viúvas de Upper Esat Side.


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